Morar em Portugal: a mudança de um casal de Belo Horizonte para o Porto com trabalho remoto
Dois vistos de nômade digital em vez de um, o aluguel no Bonfim, os cartões de residência e o orçamento do mês: a história de Camila e Rafael, passo a passo.
Em resumo
- Quem: Camila, 30 anos, designer de produto autônoma, e Rafael, 32, desenvolvedor, de Belo Horizonte. Os dois trabalham pela internet para clientes e empresas do Brasil.
- O visto: um visto de nômade digital para cada um. Desde 23 de outubro de 2025, o companheiro sem filhos em comum espera 15 meses pela reunião familiar.
- A renda: média de 3 meses de pelo menos 4 salários mínimos portugueses, US$ 3.900 (3.480 euros) em 2025 e US$ 4.200 (3.680 euros) em 2026. Por isso o pedido entrou em dezembro.
- Os prazos: pedido em 4 de dezembro de 2025, vistos em 22 de janeiro de 2026, mudança em 14 de fevereiro, cartões de residência em 9 de julho.
- A casa: um T2 de 70 m² no Bonfim por US$ 1.300 (1.150 euros) por mês, com contrato de um ano.
- O mês: US$ 2.500 (2.235 euros) para os dois com o aluguel. A cidadania portuguesa para brasileiros vem em 7 anos, em 2033.
Em detalhe

Às oito e meia da manhã, a praia de Matosinhos ainda é dos surfistas e de quem corre na beira do mar. O sol de fim de outubro sobe baixo atrás dos prédios da orla e deixa a areia molhada cor de cobre. Rafael sai do mar com a prancha debaixo do braço e a roupa de neoprene escorrendo: a água está a 17 graus, e sem ela ninguém fica ali mais de dez minutos. Camila vem pela areia com dois cafés em copos de papel e um suéter de lã amarelo. "Em Belo Horizonte eu nunca imaginei que ia acordar cedo por causa do mar", diz ela, rindo.
Há oito meses Camila e Rafael moram no Porto. Ela tem 30 anos e é designer de produto autônoma, com clientes em São Paulo e Belo Horizonte. Ele tem 32 e é desenvolvedor de uma empresa de tecnologia de São Paulo. Os dois trabalham pela internet para o Brasil, e foi exatamente isso que tornou a mudança possível: cada um tem o próprio visto de nômade digital e, desde julho de 2026, o próprio cartão de residência portuguesa de 2 anos.
Da primeira consulta com a Murblz até o voo, foram quatro meses; até os cartões de residência, quase nove. Abaixo está a história do casal passo a passo: por que o primeiro plano deixou de funcionar uma semana depois de pronto, como a renda de Camila entrou no limite do visto, quanto custou a mudança e quanto custa hoje morar no Porto a dois. Os nomes foram trocados. Os valores em dólares usam a taxa oficial para 2026, 1,1177 dólar por euro, arredondados para cima.
Por que Portugal, e por que o Porto
A ideia nasceu numa viagem. Em maio de 2025, o casal passou três semanas em Portugal, de Lisboa ao Porto, com os notebooks na mala. Trabalhavam à tarde e à noite, no horário do Brasil, e as manhãs eram deles. "A gente tomava café na rua, andava a cidade inteira a pé, pegava um trem para outra cidade no sábado. Na volta, olhamos um para o outro e pensamos: por que isso tem que ser só férias?", lembra Rafael.
Portugal respondia a tudo o que o casal queria: a mesma língua, voos diretos para o Brasil, a Europa inteira a duas ou três horas de avião e um caminho claro até a cidadania. Pela lei de 2026, o brasileiro pede a naturalização depois de 7 anos de residência legal, enquanto a maioria dos estrangeiros espera 10, e mantém a cidadania brasileira. Os caminhos estão no guia da cidadania portuguesa para brasileiros, e o panorama do país, na página mudar-se para Portugal.
Lisboa ficou para os fins de semana. O Porto ganhou por três motivos: o aluguel mais barato, uma cidade que se atravessa a pé e o oceano a meia hora de metrô. Segundo os dados oficiais, no primeiro trimestre de 2026 o aluguel mediano dos novos contratos no Porto foi de US$ 17 (14,60 euros) por metro quadrado ao mês, contra US$ 20 (17,42 euros) em Lisboa. "Num apartamento de 70 metros, a diferença paga um jantar fora por semana", diz Rafael.
O plano que caiu uma semana depois de pronto
Em 14 de outubro de 2025, Camila e Rafael fizeram a primeira consulta gratuita com a Murblz. O plano saiu em dois dias e parecia simples: Rafael pediria o visto de nômade digital de Portugal, o D8, como requerente principal, e Camila iria junto como companheira. Os dois vivem em união estável registrada em cartório desde 2021, e pelas regras daquela semana a família do titular pedia o visto junto com ele e embarcava no mesmo voo.

Em 23 de outubro de 2025 entrou em vigor a Lei 61/2025, e a reunião familiar mudou. O cônjuge ou companheiro sem filhos menores em comum passou a esperar: quem viveu com o titular pelo menos 18 meses antes da mudança recebe a autorização depois de o titular completar 15 meses com a dele; os demais, depois de 2 anos. Pelo plano antigo, Camila só teria a autorização de residência no fim de 2027.
"Liguei para a Murblz achando que a mudança tinha acabado ali", conta Camila. A solução dos especialistas da Murblz veio no mesmo dia, e estava na própria Camila: ela também trabalha a distância, para clientes de fora de Portugal, e pode ser a requerente principal do próprio visto. Em vez de um titular e uma companheira, dois vistos de nômade digital: cada um com a sua renda, os seus contratos e o seu cartão, sem espera e sem depender do outro na renovação.
Casal sem filhos: dois vistos ou reunião familiar
Conferimos se cada um de vocês tem renda e contratos para o próprio visto de nômade digital e calculamos o prazo de cada caminho até a mudança dos dois.
A renda de Camila e o prazo de dezembro
O visto de nômade digital pede uma renda média nos últimos três meses de pelo menos quatro salários mínimos portugueses, vinda de um empregador ou de clientes de fora de Portugal. O valor acompanha o salário mínimo e sobe todo 1º de janeiro: em 2025 eram US$ 3.900 (3.480 euros) por mês, e em 2026 passaram a US$ 4.200 (3.680 euros).
Rafael passava com folga: o que ele recebe da empresa dava cerca de US$ 5.900 (5.200 euros) por mês. Com Camila, a conta era mais justa. Autônoma, ela recebe de quatro clientes, e os pagamentos variam de mês para mês. Os especialistas da Murblz somaram os extratos de setembro, outubro e novembro de 2025 e chegaram a uma média de US$ 4.100 (3.590 euros): acima do limite de 2025 e abaixo do limite de 2026. Conferiram também o câmbio: como a renda é em reais, a média de Camila ficava só 3% acima do limite e resistia a uma queda do real de até 3%. A conclusão mudou o calendário: os dois pedidos precisavam entrar ainda em dezembro, antes do novo salário mínimo.
"Em janeiro, com os mesmos clientes, eu teria ficado de fora por muito pouco", diz Camila. Hoje a renda dela já passa de US$ 4.700 (4.200 euros) por mês, e isso conta para a renovação, em 2028, quando o limite vai ser maior.
Os documentos e o pedido em Belo Horizonte
Novembro foi o mês dos papéis. Rafael combinou com a empresa uma mudança no contrato: para trabalhar a partir de Portugal, ele passou de funcionário a prestador de serviços, e a empresa confirmou por escrito que concorda com o trabalho remoto do exterior. Camila reuniu os contratos com os quatro clientes. Os dois tiraram a certidão de antecedentes criminais da Polícia Federal, separaram a última declaração do imposto de renda como prova de residência fiscal no Brasil e apostilaram tudo num cartório de Belo Horizonte.
Ser brasileiro ajudou em dois pontos. Os documentos do Brasil já estão em português e não precisam de tradução, só de apostila. E, para cidadãos dos países de língua portuguesa, a lista do consulado não inclui o seguro-viagem.
Em 4 de dezembro de 2025, Camila e Rafael entregaram os dois pedidos em Belo Horizonte, no mesmo dia, com os dossiês montados lado a lado, mas independentes. A taxa consular foi de US$ 130 (110 euros) por pessoa, e ela não é devolvida em caso de recusa. O prazo legal para a decisão é de 60 dias. Os dois vistos saíram juntos em 22 de janeiro de 2026, em 49 dias.
Com o visto vieram uma pré-autorização de residência e números provisórios: o fiscal, o da segurança social e o do serviço de saúde. O visto vale 4 meses e duas entradas, e nesse prazo se pede a autorização de residência em Portugal.
Dossiê do visto D8 sem recusa
Conferimos a renda dos últimos três meses com o limite do ano do pedido, os contratos contra os extratos e a lista do consulado onde vocês vão pedir.
Fevereiro no Porto: chuva, malas e um contrato de verdade

O casal chegou ao Porto em 14 de fevereiro de 2026, com três malas e uma chuva fina que não parou por cinco dias. Em fevereiro, as máximas da cidade ficam em 14 graus, e o inverno do Porto é de chuva, não de frio. "A gente comprou casaco em Belo Horizonte achando que ia congelar. O que faltou foi um guarda-chuva bom", ri Rafael.
O primeiro mês foi num apartamento mobiliado no centro, por US$ 1.600 (1.400 euros), com contrato de 30 dias. Era uma ponte: para o pedido na agência de migração, o casal precisava de um contrato de aluguel de longo prazo, porque um aluguel de temporada sem contrato não comprova moradia. Com os números fiscais provisórios do visto, os dois abriram conta em um dos maiores bancos do país já na primeira semana. Como funciona a abertura está na página conta pessoal em Portugal.
O apartamento definitivo apareceu na terceira semana de visitas: um T2 de 70 m² no Bonfim, bairro residencial a leste do centro, a cinco minutos a pé da estação de metrô Campo 24 de Agosto, por US$ 1.300 (1.150 euros) por mês. T2, em Portugal, é o apartamento de dois quartos: um virou o quarto do casal, o outro, o escritório. O proprietário pediu o que se costuma pedir a estrangeiros sem renda portuguesa: dois meses de caução e três meses adiantados. Os especialistas da Murblz apresentaram os contratos dos dois com os clientes, os extratos e os vistos, e o adiantamento caiu para um mês, o próprio primeiro aluguel.
Na assinatura, em 9 de março, o casal pagou US$ 3.900 (3.450 euros): dois meses de caução e o primeiro mês. O proprietário registrou nas Finanças o contrato de um ano, com renovação automática, e esse contrato foi para o dossiê da agência de migração.
A agência de migração e os cartões de residência
O agendamento na agência de migração do Porto saiu para 16 de abril de 2026, para os dois no mesmo horário. Levaram o passaporte com o visto, as declarações dos clientes e da empresa de fora de Portugal confirmando o trabalho, o contrato de aluguel registrado e a declaração do proprietário. As taxas da agência ficaram em cerca de US$ 280 por pessoa, pelo pedido e pela emissão do cartão.
Os cartões chegaram pelo correio em 9 de julho de 2026, 84 dias depois do atendimento: dois anos de autorização para cada um, até julho de 2028, e depois renovações de 3 anos. É a data do cartão que conta para o futuro. A residência permanente fica ao alcance em julho de 2031, depois de cinco anos, e a cidadania portuguesa, em julho de 2033, depois dos 7 anos que a lei de 2026 pede aos brasileiros.
Com o cartão na mão, Rafael pediu pela internet, em agosto, a troca da carteira de motorista brasileira pela carta de condução portuguesa. Depois da autorização de residência, a carteira brasileira vale por 90 dias, e a troca nesse prazo é feita sem exame, com taxa de cerca de US$ 35. A carta portuguesa chegou no fim de setembro. Os prazos estão no guia da carteira de motorista em Portugal.
Os impostos: Portugal, Brasil e o tratado
Quem passa mais de 183 dias em Portugal em quaisquer 12 meses ou mantém lá uma moradia permanente é residente fiscal e paga imposto sobre a renda do mundo inteiro. Para o casal, isso começou com a mudança: o contrato de um ano no Bonfim é moradia permanente, e em meados de agosto os dois já passavam dos 183 dias. As regras estão no guia da residência fiscal em Portugal.
Do lado brasileiro, os especialistas da Murblz montaram a saída fiscal do casal. A Comunicação de Saída Definitiva do País foi entregue logo depois do voo, e a Declaração de Saída Definitiva vai até o último dia útil de abril de 2027. O passo a passo está no guia da saída definitiva do Brasil. Brasil e Portugal têm um tratado para evitar a dupla tributação, e é ele que define onde cada renda é tributada.
Em Portugal, os dois abriram atividade nas Finanças como trabalhadores independentes e emitem para os clientes no Brasil recibos eletrônicos, os recibos verdes. No regime simplificado, em geral 75% da receita de serviços profissionais é tributada, e nos primeiros 12 meses de atividade eles não pagam contribuições à Segurança Social. Os especialistas da Murblz acompanham as declarações dos dois. As alíquotas estão na página impostos em Portugal.
Os impostos do casal antes da mudança
Os especialistas da Murblz montam a saída fiscal do Brasil, a abertura de atividade em Portugal e a simulação do imposto dos dois antes do pedido do visto.
Um dia de trabalho com três horas de diferença
Desde o último domingo de outubro, quando Portugal atrasou os relógios para o horário de inverno, a diferença para Belo Horizonte voltou a ser de três horas; no verão europeu, são quatro. O Brasil não muda os relógios, então é o calendário europeu que dita o ritmo do casal.
Rafael começa às 11 da manhã, quando a equipe em São Paulo chega às 8, e fecha o notebook às 8 da noite. Camila organizou o dia ao contrário. De manhã, quando o Brasil ainda dorme, ela desenha sem interrupções; à tarde, quando o Brasil acorda, faz as chamadas com os clientes. "Ganhei as manhãs inteiras para trabalhar concentrada. No Brasil eu passava o dia respondendo mensagens", diz.

As manhãs livres viraram a melhor parte da mudança. Duas ou três vezes por semana, Rafael pega o metrô até Matosinhos, onde a prancha fica guardada num clube de surfe na praia. Camila faz pilates no bairro e passa no mercado da esquina antes de abrir o computador. Nos fins de semana, Lisboa fica a cerca de três horas de trem, e a Galícia, do outro lado da fronteira com a Espanha, a duas horas de estrada. Em oito meses, o casal já foi a Madri, Paris e Roma com passagens compradas poucas semanas antes.
Quanto custa morar no Porto a dois
O apartamento é o maior gasto, como em quase toda cidade europeia, e o resto pesa pouco. O prato do dia num café do bairro sai por US$ 12 (10 euros), e um cimbalino, como o Porto chama o café expresso, custa menos de US$ 2 (um euro) no balcão. O passe mensal de transporte para toda a área metropolitana custa US$ 45 (40 euros) por pessoa. Este é o mês do casal em outubro de 2026:
| Gasto do mês | Valor |
|---|---|
| Aluguel do T2 de 70 m² no Bonfim | US$ 1.300 (1.150 euros) |
| Luz, água e gás | US$ 140 (120 euros) |
| Internet e dois celulares | US$ 56 (50 euros) |
| Supermercado e feira | US$ 470 (420 euros) |
| Cafés e restaurantes | US$ 300 (260 euros) |
| Dois passes de transporte | US$ 90 (80 euros) |
| Seguro de saúde privado para os dois | US$ 79 (70 euros) |
| Guarda-prancha e pilates | US$ 96 (85 euros) |
| Total | cerca de US$ 2.500 (2.235 euros) |
Sem o aluguel, o casal gasta US$ 1.300 (1.085 euros) por mês. O seguro de saúde privado de cada um cobre consultas e exames sem fila; o número do serviço de saúde, que veio com o visto, garante o atendimento no centro de saúde do bairro. Os preços da cidade estão no guia do custo de vida em Portugal.

A mudança em si custou ao casal cerca de US$ 7.900. A maior parte foi o depósito do apartamento:
| Gasto da mudança | Valor |
|---|---|
| Taxa consular dos dois vistos | 2 × US$ 130 (110 euros) |
| Agência de migração: pedidos e cartões dos dois | cerca de US$ 560 |
| Passagens de Belo Horizonte ao Porto, só ida, para os dois | US$ 1.500 (1.340 euros) |
| Primeiro mês no apartamento mobiliado | US$ 1.600 (1.400 euros) |
| Caução de dois meses e o primeiro aluguel no Bonfim | US$ 3.900 (3.450 euros) |
| Total | cerca de US$ 7.900 |
Mudar de país a dois é uma sequência de prazos que não perdoam
Os erros custam mais do que as taxas: a renda média de três meses abaixo do limite do ano do pedido, um companheiro que fica para trás pela reunião familiar, um aluguel de temporada que a agência de migração não aceita, a saída fiscal do Brasil esquecida. O acompanhamento da Murblz elimina esses riscos: os especialistas da Murblz conferem a renda e os contratos de cada um, montam os dossiês dos vistos, encontram o apartamento com contrato de longo prazo, acompanham o pedido na agência de migração até o cartão e planejam os impostos nos dois países. Garantimos um trabalho profissional e um processo transparente e, na maioria dos casos, resultado já no primeiro pedido.
O custo do acompanhamento depende das fontes de renda, da cidade e do número de pessoas; um consultor calcula no chat.
Oito meses depois
No fim da tarde, a varanda do T2 dá para os telhados alaranjados do Bonfim. Rafael ainda tem duas horas de trabalho, e Camila já fechou o dela. "Achávamos que o difícil seria o visto. O difícil mesmo é escolher para onde ir no próximo fim de semana", diz ela.

Os próximos passos já estão no calendário. Em 2027 vence a isenção da Segurança Social, e os especialistas da Murblz já calcularam as contribuições. Em julho de 2028 vem a renovação dos cartões, agora por 3 anos. E o casal começou a olhar apartamentos para comprar: no Porto, o metro quadrado custa cerca de US$ 4.600 (4.100 euros), segundo os especialistas da Murblz. Os preços por bairro estão na página apartamentos à venda no Porto.
Vocês conseguem do mesmo jeito
Camila e Rafael não têm avós portugueses nem patrimônio para investir. Têm trabalho remoto, renda comprovada e um plano feito na ordem certa. Se vocês também trabalham pela internet para empresas ou clientes de fora de Portugal, o caminho deles serve para vocês: um visto para cada um, a renda conferida antes do pedido, um contrato de aluguel que a agência de migração aceita e os impostos resolvidos nos dois países. Daqui a um ano, a manhã de vocês começa no mar, e o trabalho, depois do café. Vocês conseguem do mesmo jeito, e nós fazemos o caminho junto com vocês. Planejar a nossa mudança
Perguntas frequentes
Brasileiro pode morar em Portugal com o visto de nômade digital?
Um casal sem filhos pode se mudar junto para Portugal?
Quanto tempo leva para tirar o visto e o cartão de residência?
Quanto custa morar no Porto para um casal?
Em quanto tempo o brasileiro consegue a cidadania portuguesa morando em Portugal?
Quem se muda para Portugal continua pagando imposto no Brasil?
A carteira de motorista brasileira vale em Portugal?
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